Entrevista de Daniel Matos ao Programa Gente que Fala.

5 Comments

  1. Leonardo Afonso disse:

    Parabéns pelo tema, muito bom. No caso brasileiro penso que o FGTS cria compulsoriamente uma poupança para o trabalhador ao longo da vida que só pode ser sacada em casos muito especifícos como a compra de casa própria ou em casos de algumas doenças. Também a previdência social que nos casos de pouca contribuição durante o período laboral ainda é garantida ao brasileiro na forma de assistência social (BPC benefício de prestação continuada) ao atingir a idade mínima. Será que o fim da obrigatoriedade do FGTS seria bom para o trabalhador, ou seja, este de modo geral tem condições de tomar decisões de poupança ou consumo sem a intervenção do governo? Se eu não estiver enganado nosso nível de poupança gira em torno de 12% e na China chega em incríveis 50%. No caso chinês parece ter uma relação com a ausência de serviços públicos como o SUS, então a população chinesa se vê obrigada a poupar caso necessite custear gastos com a saúde. Já o brasileiro será que não poupa por saber da existência do SUS por pior que ele seja e também da previdência social? Lembremos que a renda per capita brasileira e chinesa são muito próximas considerando a paridade de poder de compra PPP.

  2. Daniel Matos disse:

    Grato pelo comentário. E caso queira contribuir com artigos ao site fica o convite.

  3. Miriam Basilio Costa disse:

    Uso de linguagem acessivel e conteúdo relevante e atual. Parabéns, colega!

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